História gay com garoto de programa


Eis um post que possivelmente vai dar pageviews para o MVG por abordar um tema fetichista de garotos de programas, michês, atendendo a um gay. Mas pulando a parte óbvia do sexo, tive uma experiência curiosa com um garoto de programa que serve como uma referência, hoje, no mínimo engraçada! (rs).

A ideia nem é dar um tom de “alerta” para a situação porque de fato nada de ruim aconteceu, fora um transtorno.

Nas minhas idas e vindas ao meu “inferno psicológico” em 2009, tinha dentro de mim uma fantasia grande de transar com um michê. Todo o contexto de parar o carro, trocar uma ideia, sentir como seria a conversa e, depois do sexo propriamente, deixar o “contratado” em algum lugar, me enchia de fantasias e curiosidades.

O caso que eu relato aqui foi a terceira e última experiência com um garoto de programa que, para variar, não vai dar em sexo propriamente pois o MVG não tem interesse de apresentar “contos eróticos gays” a fim do usuário ficar se masturbando do outro lado da tela! (rs) Nada contra, mas toda a experiência foi interessante, antropológica e retrata nosso “jeitinho brasileiro” de lidar com algumas coisas.

Peguei o rapaz próximo ao Parque Trianon, do lado Jardins da Paulista. Ao contrário da maioria dos michês, não estava exibindo o membro para atrair fregueses e veio com uma conversa normal, jeito de sério, sem gírias, nem trejeitos afeminados. O rapaz era bem bonito de rosto e de corpo e estava lá para saciar os desejos dos clientes. Parei meu carro numa esquina e ele veio com a conversa, que normalmente dura muito pouco e só dura mais se os clientes ficarem indecisos. As vezes, só a excitação de estar “se arriscando” já mata a vontade de muita gente. Mas não matou a minha.

Ele entrou no carro e, como é de costume dos garotos de programa, indicou um hotel nas proximidades. Hotel até que bem organizado em relação aos muquifos que fui com os dois primeiros.

Embora o menino não tenha dado muita conta do recado, como eu realmente gostaria, realizei meu desejo de ver aquele belo corpo combinado com o belo rosto exercendo excitação (rs).

Na hora que fui pagar a conta, o hotel resolve me cobrar uma taxa extra de “sei lá o quê”. Nesse momento, percebo uma fugaz troca de olhar entre o michê e o recepcionista e, apesar de bastante bêbado, percebia a história: além do combinado estavam querendo me extorquir dinheiro com uma taxa não anunciada, combinada entre o hotel e o michê. Fui pagar com cartão e o pior acontecia: nenhuma máquina estava funcionando!

Embora estivesse com a cabeça explodindo de raiva, fiz a linha fina e falei para o garoto me acompanhar até um caixa 24 horas, como segurança ao hotel, para retirar o dinheiro. Todos concordaram, saquei o dinheiro e paguei o recepcionista.

No caminho de volta, teria que deixar o garoto de programa de volta, próximo ao Trianon. Mas adivinha o que fiz, leitores? Desviei totalmente o caminho, peguei ruas sentido bairro e comecei a descontar a safadeza no michê verbalmente, que foi ficando miudinho, miudinho, miudinho até perceber que ele já me achava um louco. Era essa a sensação que eu queria: que ele me achasse um louco!

Quando eu vi que o desespero se estabelecia eu disse: “nunca mais trate um cliente dessa maneira, fazendo uma sacanagem dessas. Você está prestando um serviço como qualquer outro e extorquir dinheiro desse jeito, num combinado com o hotel e colocando o cliente como um trouxa é um erro”.

O menino desceu do carro rapidamente, pediu desculpas mais de uma vez e pôs os pés numa rua a quilômetros de distância da Paulista. Parti cantando pneu, ainda muito enfezado com a situação!

Meses depois estava com o amigo Beto na travessa da Peixoto Gomide com a Augusta e num boteco chamado “Flyer” avisto o rapazote-michê sentado, conversando com umas meninas.

Ele me vê, desvia rapidamente o olhar e nesse mesmo tempo falo para o meu amigo: “foi esse garoto aí o último que paguei”. De imediato o Beto exclama: “Sério? Ele é um gato mesmo, hein?”.

Finalizo: “Pois é. Mas é um cuzão e ainda transa muito mal!”.

Motivo de diversão para o Beto que sempre achou um absurdo eu ficar me “submetendo” a serviços de michê (rs).

Tópico “catar michê”: CHECKED!

10 comentários Adicione o seu

  1. Darkbringer disse:

    Como dizem alguns gays: Estou PAS-SA-DA!

  2. Alessandro disse:

    arrasa pintosaaaaa…rsrsrsrsrs…

  3. Jeffrey Silva disse:

    Nossa, sua experiencia com garotos de programa até que foi engraçada… A minha foi péssima, inusitada, e se eu contar ninguém vai acreditar… Só sei de uma coisa: Nada contra quem faz, mas eu não me aproximo mais de nenhum deles… .-.

    1. minhavidagay disse:

      Oi Jeffrey! Deixe aí seu relato para enriquecer o Blog! ;)

      Minha experiência, na situação, foi bem incômoda. Mas o tempo passou e hoje vejo graça…

      Abs,
      MVG

  4. Anonimo disse:

    A Minha primeira experiencia com um garoto de programa foi Numa sauna em Recife, foi uma perda de tempo. O rapaz bonito, forte, era uma vergonha na cama. Nunca Mai’s vou esquecer. Nao tive prazer algum. A segunda experiencia Numa outra sauna em Recife, valeu a Pena, porem combinei de pagar na recepcao na saida junto com a conta. Fiquei muito preoculpado, pois a recepcao dizia e dizia que meu cartao de credito tava dando problema. Queria que eu pagasse cash. Claro que eu notei que era um truque porque queriam mesmo era cash. Eu passei uma vergonha na recepcao na saida, por conta da recepcao tentando dizer que meu cartao de credito tava com problema. Finalmente Depois de uns 10 minutos a recepcao Passou meu cartao. Ainda sonho com o ideal garoto de programa, Brasileiro, quente e bom de cama e Dessa vez sem problemas.

  5. stefan disse:

    Pelo menos o Trianon tá mais organizado pelos proprios “miches”… mas a dica é, sempre saia com os tops, pois esses sempre estão com $ e não tem pq nos enganar gato

  6. Diogodrsr disse:

    ola sou o diogo tenho 14 anos e vivo em portugal gostava de conhecer um rapaz entre os 13 e os 16 anos que quisesse namorar comigo.
    Envia pedido de amizade no face https://www.facebook.com/diogo.rodrigues.5836

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