Para um namoro gay dar certo é importante se ligar! – Parte 2


Diversificação

Relacionamento tende a cair na rotina. Rotina nem sempre é vista com maus olhos, mas na maioria das vezes é, principalmente para os casais gays e jovens que estão ainda cheio de curiosidades pelo mundo a fora. Rotina e jovialidade nem sempre combinam, mas isso não quer dizer que o casal precisa sair todos os finais de semana e cair na balada!

As vezes, esse é um mal hábito dos namorados gays. Começam o relacionamento mas não “puxam o freio” de alguns costumes que não “combinam” quando se está namorando.

Quando estamos juntos com uma pessoa, necessariamente precisamos continuar frequentando o meio GLS com a mesma intensidade de quando estamos solteiros? A resposta “não” parece óbiva mas na prática muitos homens gays querem estar em um namoro, mas ao mesmo tempo têm a necessidade de manter alguns hábitos de lugares e pessoas. Será que a gente sabe o que cabe no “pacote” de um relacionamento e o que cabe no “pacote” do solteiro? Nem sempre a gente pensa a respeito e acha que pode misturar tudo e, as vezes, alguns costumes da vida solteira podem criar ruídos na relação.

É importante o casal fazer viagens, conhecer lugares diferentes e proporcionar um ao outro novas referências de estilo de vida, gostos e percepções das coisas. É importante um estar aberto ao outro para propostas diferentes, que fujam dos costumes.

Frequentar as famílias é legal, seja como os “amigos inseparáveis” para os gays que não são assumidos, seja como namorados para aqueles que são assumidos e que os familiares tratam com naturalidade e respeito. Para quem gosta de família ou para aqueles que não se deram essa oportunidade, conhecer tios, avós e primos pode ser uma experiência bastante divertida.

Viagens de casal costumam ser incríveis. Hoje em dia hotéis, motéis, pousadas e resorts, em suas maiorias, priorizam 100% o cliente independentemente das intimidades.

Nessas situações diversas, além de poder conhecer lugares diferentes, quando feito em casal, temos a oportunidade de apresentarmos nossas intimidades um ao outro. Normalmente ficamos mais relaxados ou “desarmados” quando saímos da rotina diária e das obrigações. Não é à toa que dizem que as pessoas se conhecem melhor quando viajam juntas. Nessas situações nos desprendemos das responsabilidades e passamos a ter como foco um ao outro. Tomar sorvete na praça, andar de bike ou a pé, caminhar na praia, cozinhar juntos, fazer trilhas, passear no shopping e assistir cinema: criatividade, disponibilidade ao companheiro e cenários diferentes são experiências que enriquecem a própria relação.

No meu caso, para dar um exemplo simples, nunca fui muito fã de seriados de tevê. Mas no meu namoro já devorei “Lost”, vi alguns capítulos de “Sexy and The City”, tenho acompanhado com meu namorado todos os episódios de “The Walking Dead” e vez ou outra ouço as versões que o pessoal do “Glee” faz com as músicas para criticar bem ou mal (rs). Parece uma situação besta, simples, mas o fato d’eu entrar no “universo de referências” do meu namorado tem um sentido gigante de aproximação e aceitação.

Não sendo música sertaneja, axé e pagode estou aberto às musicalidades!

[Próximo post falo de amizades e individualidade]

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