Blog Minha Vida Gay 2013


Demorei alguns dias para postar novidades pelo “Minha Vida Gay” pois decidi que esse seria o último post do ano. Dezembro chega em sua penúltima semana antes do Natal e daqui parto direto para 2013 deixando esse último registro do ano para os leitores do MVG! :)

2012 foi um período bacana para o Blog. Me assumi a posição de “blogueiro conselheiro” e percebi que o Minha Vida Gay adquiriu alguns propósitos: foram centenas de comentários e e-mails de relatos gays, retribuindo aos usuários com minhas reflexões. Àqueles que não dei um retorno é porque, de alguma maneira, casos muitos semelhantes estão espalhados por aí e já amplamente comentados!

O ganho maior, e definitivamente o maior de todos, foi compartilhar momentos presenciais com três leitores do Blog que deram alguns “pulinhos” a mais na vida em relação a suas próprias questões por serem gays, com algum tipo de influência positiva do MVG. Encontrar algumas vezes com esses rapazes deixa claro para mim que este Blog é no mínimo um meio sensato e uma forma de incentivo para aqueles que estão com o pé para fora do armário, já numa intenção tímida ou despojada de assumir sua realidade gay para “avante e além”. Talvez o MVG mostre que a realidade da vida de gays e héteros não tem tantas diferenças assim e são as semelhanças que ao mesmo tempo que nos humanizam, nos glorificam – todos – comos indivíduos aptos para ter paz com o ser que cada um é e ajude a encontrar os potenciais do ter ou do querer que cada um almeja.

Falando em ser, o recado como último post de 2012, que deixo para os leitores, não tem a ver com ser gay ou ser heterossexual. Diz respeito às referências que venho adquirindo e as percepções que venho consolidando a respeito do ser humano, minhas vivências e propósitos, enquanto estou de passagem nessa terra.

Realize

Gays ou heterossexuais, temos nossas dúvidas, questões e inseguranças. Alguns assumem mais, outros preservam veladas. Ao contrário do que a maioria diz por aí, ao invés de deixar a nossa vida nos levar, como se estivéssemos deitados numa boia sobre o oceano, eu sugeriria que cada um prestasse atenção na própria vida e definisse alguns objetivos pessoais. A ideia da boia sobre o oceano é algo aparentemente do desapego, jovial, “legal” e uma tendência forte de nossa cultura! Quando ouvimos por aí para sermos autores ou atores de nossas próprias vidas, estão dizendo para assumirmos as rédeas, tomarmos um pouco mais de consciência e rever alguns modelos que – em alguma medida – nos acomoda ou nos torna dependentes.

O tempo passa muito rápido e quanto mais “velhos” nos tornamos, mais “rígido” ficamos, diz a lenda. Quanto mais passa o tempo, mais enrijecidos ficamos, presos a modelos, costumes e hábitos e – de repente – não são esses modelos que realmente nos completam ou que gostaríamos de levar para a vida.

Pode existir um buraco imenso entre o querer algo e o fazer desse algo uma realidade. Por exemplo: “eu quero fazer uma tatuagem” é diferente da ação de “eu fiz uma tatuagem”. Quanto tempo você demora entre o “querer algo” e o “realizar esse algo”? Se a vontade é algo querido, por que se leva tanto tempo para se realizar na maioria das vezes? É a falta de grana? É a falta de referências? É a dependência do julgamento do outro? É o medo de não dar certo?

Estamos sempre querendo que as coisas saiam “certas” ou da maneira que entendemos que é certo. Isso é o próprio erro. Assim, na maioria das vezes deixamos de tomar uma atitude, postergamos um desejo, porque determinado pensamento, fantasia ou possibilidade tornam aquela vontade algo de resultado duvidoso e, muitas vezes, esquecemos que para acontecer certo, algo antes tem que dar errado. Nos contemos ou nos esquivamos demais, sendo que nos atirar um pouco mais está associado ao próprio desenvolvimento humano (e por que não dizer espiritual?). O que quero dizer é que precisamos identificar o que anda errado e o que nos incomoda para ir atrás do alívio e do que nos parece certo. O que quero dizer é que esquecemos que não existe sol sem tempestade. Esquecemos que algumas tempestades precisam ser vivenciadas, precisamos nos molhar para aprender a nos abrigar e tomar consciência de que nem é saudável ficar enrugando na chuva corroendo de remorsos, arrependimentos e desilusões, muito menos viver o medo de se molhar para se poupar, poupar outros e evitar que todos vivam um sentido maior da ideia da superação.

O mar de rosas até pode existir mas não é nunca concedido pelo outro, muito menos esperando uma luz brilhar no céu para mudar o que nos incomoda. Esse mar de rosas é construído principalmente por você e, durante a vida, pode até ter a ajuda de outros, mas na prática o trabalho de construção é de cada um.

Resolva

Você, por exemplo, tem uma relação difícil ou algum bloqueio com seu pai ou com a sua mãe? Parabéns! Você é uma pessoa comum e essas dificuldades acontecem e normalmente nos mostram o quanto somos intolerantes ou receptivos as diferenças do outro. Acontece que a grande maioria não vai buscar pela reconciliação ou acertos porque tem ego envolvido, orgulho, feridas e a eterna crítica ao outro (pai ou mãe) que – inclusive e sinto muito – sustenta também a própria pessoa que você é! Podemos reclamar da rigidez de papai e da submissão de mamãe, mas em alguma medida também somos influentes dentro de casa. Na maioria das vezes somos e seremos sempre frutos das referências que vêm de nossa família. A divergência, ao mesmo tempo que pode nos impulsionar para tocar nossas vidas lá fora, é também o elemento que nos limita por dentro. A convergência, apesar de muitas vezes ter que ser batalhada, é o que vai garantir uma fluidez superior em nossa própria vida.

Está com algum problema com alguém, resolva. Não vire as costas, nem finja esquecer pois cedo ou tarde o mesmo problema baterá a sua porta novamente com a pessoa em questão ou com outra.

Mude

As vezes somos inseguros suficientemente para não tentar. Nos inconformamos e “arrancamos os cabelos” por não estar contente com a vida que temos hoje. Mas o que a gente faz além de reclamar, esbravejar ou nos esconder dentro do buraco? O mundo anda mudando e a “vida de mi mi mi” está saindo cada vez mais de cena.

O ato da resiliência é uma ação cada vez mais exigida pela própria vida. Resiliência tem a ver com superar bloqueios, inseguranças e os próprios limites. Tem a ver com a certeza de que no caminho da vida existem buracos para ultrapassar. As vezes escorregamos e caímos e, quando levantamos, nos tornamos mais preparados para seguir em frente.

Experimente mudar rotinas e hábitos. Se você toma banho de manhã, tente tomar banho a noite. Se você tem timidez de conversar com uma pessoa na rua, arrisque e tente puxar uma conversa. Se você não está feliz com o jeito que se veste, entre na loja e compre aquela camiseta que nunca teve a ver com você (ou que disseram que não combina). Se você nunca fez uma extravagância, faça. Se você sempre pensou em entrar naquela porta por curiosidade, entre da próxima vez. Se você sempre quis trocar uma ideia com aquele menino, tente. Se você tem uma tendência a enxergar os “nãos” da vida, experimente perceber um “sim”.

Experimentar essas mudanças mostra a sua própria capacidade de quebrar rotinas, preconceitos e bloqueios. Bloqueios dos mais “impressionantes” como adentrar um shopping center e passear tranquilamente, a sair do armário e viver uma vida com plenitude. Na maioria das vezes colocamos tantas questões para realizar algo que queremos que corroboramos para aquilo que mais reclamamos: da vida que não muda, o namorado que não vem, a solidão que nos consome. Já parou para pensar que pode ser mais simples do que você fantasia?

A vida não muda por si só ou por exclusivas interferências alheias, embora sempre esperamos que as mudanças venham de fora, de uma lucidez, da ajuda de alguém, do conhecimento ou clareza das pessoas de nosso convívio. A lucidez deve ser sua.

Acredite

O pior problema de uma pessoa é o seu próprio problema, embora busquemos referências de problemas “piores” dos outros para ser um consolo para o nosso próprio.

Vivemos numa sociedade brasileira que exala visualmente as diferenças: são as disparidades de classes sociais, da dondoca solitária em seu i30 ao lado do busão Mercedes Benz abarrotado passando ao lado, de raças, etnias e culturas, de nível de escolaridade e assim por diante. Parece um grande fardo ou uma possibilidade remota aproximar um pouco mais essas diferenças.

Longe de mim esperar que o socialismo ou o comunismo se estabeleçam. Já ficou mais que comprovado historicamente que esses modelos utópicos não funcionam quando o assunto é a vida em sociedade. Mas ao mesmo tempo, para mim é bastante claro que o rico esnobe, hoje, está precisando dividir o acento do avião com a classe média porque – nunca – produtos e serviços foram tão acessíveis.

Nunca, independentemente das classes sociais, a Internet deu tanto acesso a informação, sobre mundo e o universo particular como hoje, disseminada igualmente para todos. Aquele que está na ponta da pirâmide e aquele que está na base podem sonhar com o mundo que querem para si e, mais do que isso, podem cada vez mais seguir estilos, obter referências sem limites de fronteiras e buscar por filosofias para se levar na vida.

A ausência de informação e de conhecimento enfraquece a própria sociedade, mas esse cenário de “boiada” tende a vagarosamente se transformar. A autonomia é algo importante para a emancipação do indivíduo e todos devem entender melhor esse conceito, na teoria e na prática.

Assim, o recado que deixo para os leitores do MVG é que em 2013 passem a acreditar mais. Acreditar mais em seus sonhos e desejos e confiar mais nas próprias capacidades de realizar. Sonhar é bom, mas trazer para a vida real as vontades que habitam os sonhos é atribuir o puro sentido de conquista para a vida.

Até 2013, queridos leitores do MVG! ;)

Assuntos abordados no Blog Minha Vida Gay em 2012

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13 comentários Adicione o seu

  1. Incrível! Amei essa mensagem e fico um pouco triste de saber que é a última desse ano.Te desejo um ótimo natal e um feliz ano novo!

    1. minhavidagay disse:

      Obrigado Rafael! Um ótimo ano a todos nós! :)

  2. fernando disse:

    feliz 2013 mvg e a todos! escelente texto,muito simples e esclarecedor.

  3. Luis Augusto disse:

    Tudo bem com você, MVG?
    Gostei muito do seu texto e adorei principalmente a mensagem que ele passa(ou talvez repassa?). Pelo que observei as ideias principais dele são a autonomia e as diferenças entre o querer e o fazer.

    Assim como você acho que a atitude de participar ativamente do percurso de sua própria vida e deixar um pouco de lado o cenário de “boiada” é muito importante para qualquer pessoa; independentemente da sua sexualidade. Entretanto sei que essa atitude não é a mais fácil e ás vezes a mais segura, já que tomar ás rédeas da nossa própria vida, exige uma dose de responsabilidade bem maior.

    Na minha opinião, as pessoas em geral colocam muitas barreiras, quando querem realizar determinada tarefa ou vivenciarem uma nova situação. Acabam se esquecendo dos momentos de aprendizado, de alegria e de descobertas que isso tudo pode trazer; vendo apenas os pontos negativos. E provavelmente o idealizado é muito mais simples do que se imagina, isso apenas depende de nós mesmos.

    O próximo ano será uma nova fase da minha vida. Vou mudar de escola, entrarei no ensino médio e vai ser o meu primeiro ano como assumido(apesar de que as pessoas que mais amo no mundo, não querendo enxergar essa parte da minha personalidade). Sinto que 2013, será um ano que marcará a minha vida, tenho a sensação que vou ter que participar mais ativamente do percusso da minha vida, mas não porque me assumi, mas pelo fato de que estou crescendo e amadurecendo. E no meu caso acreditar não é opção e sim necessidade; não que eu esteja cobrando isso de mim, apenas acho que essa atitude irá me proporcionar experiências que serão de suma importância para minha ascensão como ser humano.

    Desejo para você um natal ótimo e um final de ano maravilho. E almejo que o ano que vem seja de muitas alegrias para você. Só fiquei um pouco triste porque esse é o último post do ano(rs). Beijos e boa noite.

    1. minhavidagay disse:

      Não fique triste Luis!
      Ano que vem tem mais.

      Obrigado por seus comentários tão inteligentes vindos de alguém tão jovem! Obrigado por enriquecer o Blog!

      Até 2013! :D

      Bjo,
      MVG

  4. Marcos disse:

    Gostei muitíssimo do post. Obrigado!

    Ótimo natal e Feliz 2013 para todos!!

  5. Lucas disse:

    Por ontem ter sido meu aniversário, eu acabei fazendo uma comparação de quando fiz 16 e de como eu sou hoje com 17. Percebo nitidamente as diferenças uma vez que no desenrolar de um ano, eu não só contei que sou gay para vários amigos, como também fiquei com meu primeiro garoto. Além disso houve mudanças nas minhas preferências musicais desde o pop no começo do ano, passando em seguida para rock e metal e agora indie e rock, gostei até de brega rs (Banda Uó), minhas roupas mudaram também, de modo que hoje sinto vontade de queimar as mais antigas, passei a ser mais decidido, otimista e a aproveitar um pouco mais a minha vida, senti maior interesse por bons filmes e pelas disciplinas de humanas, que antes tanto desprezava. Também mudei minhas crenças, antes era protestante, porém agora sou agnóstico, creio que antes eu só era protestante por causa da minha mãe e religião é algo que vem de dentro.

    Foi um ano em que realizei desejos e fiz mudanças, chego a sonhar com o dia em que vou me assumir para meus pais e falar sem medo que sou gay, que sempre gostei de meninos desde pequeno e que isso não é nenhum defeito. Já tive por volta dos meus 12 anos meus momentos depressivos de querer ser hétero, porém eu não sou e gosto de ser assim, afinal o jeito normal família margarina do hétero é muito chato.

    Sinto que próximo ano seja de mudanças mais lentas, porém seguras e também um ano em que eu tenha que me esforçar para melhorar seguramente em todos os aspectos de minha vida, daqui a um ano terei 18 e por isso tenho que pensar bem no que quero fazer da minha vida e como farei para fazer faculdade e continuar morando com meus pais tendo que esconder uma parte de mim, que consequentemente acaba escondendo várias outras junto. Espero que próximo ano eu encontre as respostas para minhas dúvidas.

    1. minhavidagay disse:

      Obrigado Lucas por comentários jovens, inteligentes e que mostram uma preocupação com o hoje e amanhã. De fato, gays ou não, se todos pensarem assim, fazemos uma sociedade melhor!

      Abs,
      MVG

  6. Luiz Fernando disse:

    Olá, em primeiro lugar quero dizer que sou leitor do blog desde o primeiro post e a cada dia que passa fica melhor, parabens!

    Eu estou com um problema… quer dizer… minha vida praticamente acabou semana passada.

    Eu tentei mandar um email, mas achei que comentando aqui teria um retorno mais rapido, ou talvez seja engano meu rsrs.

    Bom, vou começar, eu tenho 19 anos, trabalho em um call center de uma agencia do santander e enfim… em outubro desse ano eu conheci um cara de 24 anos no chat uol da minha cidade, tudo correu perfeitamente, nos apaixonamos logo no primeiro dia e na mesma semana a gente se encontrou numa praça… tudo foi como um conto de fadas… foi bem medieval mesmo, ele parecia um principe… mas o problema é que eu sabia que ele era louco por mim e por isso eu passei a dar muitas mancadas… muitas mesmos… eu o desprezava so pra me sentir mais amado… pois ele sempre fazia o que eu queria… um belo dia marcamos um encontro e ele nao foi… fiquei furioso e terminei tudo, apenas pra dar um susto e voltar no dia seguinte, mas eu deixei passar uma semana, fiquei sabendo que ele sofreu muito, dai eu o procurei e voltamos… marcamos outro encontro e ele comprou um par de alianças de compromisso, mas a minha nao me serviu e ele ia trocar, mas tivemos outra briga e eu critiquei as alianças e disse que nao queria… dois segundos depois me arrependi, pedi desculpas e no final do dia ele me perdoou e voltou a fazer planos comigo… mas ele tava frio comigo e eu nao suportei ser ignorado e brigamos de novo, ele disse que nao me queria mais e eu falei muitas mentiras apenas para magoa-lo, eu disse que eu trai, que nao o amava tanto… e depois disso ele sumiu.. eu me arrependi amargamente de tudo que eu fiz! eu sofri muito… ele é um homem muito bom, uma das melhores pessoas que eu ja conheci… eu ja aprendi a liçao… eu quero ele de volta mas ele nao me responde… eu gosto muito dele e nao quero perde-lo pra sempre…

    o que eu faço pra reconquista-lo?? pra ele perceber que dessa vez tudo vai ser diferente….

    por favor não me critique…. eu ja aprendi a liçao… sofri muito com a perda, e principalmente com a culpa!

    eu to perdido… o que eu faço?

    obrigado…..

    1. minhavidagay disse:

      Puxa vida, Luiz Fernando!

      Primeiramente, sai de férias e demoraria para responder por aqui ou por e-mail (rs).

      Agora que voltei, sobre seu relato, acho um tanto complicado uma reconquista! Para mim é um pouco estranho ter alguém tão interessado, você também estar interessado e tratar a pessoa com desprezo dessa forma! Pense o lado dele: ele se rende a você, se entrega e ainda tem um desprezo desse jeito com mentiras. Perdoar você, nesse caso, só sendo muito submisso!

      Bom, já passou um tempo que você escreveu. Espero que esteja tudo bem e as coisas já acertadas!

      Abs,
      MVG

  7. Maria Clara disse:

    Olá, MVG!
    Estou feliz em ter em ter encontrado teu blog. Sou mãe de um garoto gay que amo muito mas, que tem me deixado perdida e preocupa com a forma agressiva com que trata seu corpo e sua vida neste momento de sua vida.
    Desde criança o ensinei a ter liberdade de expressão, a ser ele mesmo, a respeitar as diferenças e a opinião dos outros, sem que eu pudesse imaginar em algum momento, que seria um jovem gay.
    Creio que inconscientemente fiz minha parte e acredito que este blog poderá me ajudar muito mais a compreender este “novo universo”. Sim, é de fato um novo universo para mim e quanto mais eu aprender, ouvir e refletir, mais feliz poderei ser.

    1. minhavidagay disse:

      Oi Maria Clara!
      Tudo bem?

      Fico imensamente feliz com a manifestação de uma mãe de filho gay. Creio que por aqui você encontrará algumas referências sim. Algumas que podem dar uma luz a você e outras nem tanto. De qualquer forma, fico bastante feliz de ter seu comentário por aqui, como uma mãe buscando compreender o universo dos gays.

      Agradecido pela presença e fique a vontade para levantar suas dúvidas. No que puder ajudar, estarei por aqui.

      Abs,
      MVG

  8. Carlos disse:

    Gostei da mensagem de “auto-ajuda”…rs… De fato, só cabe a própria pessoa mudar o rumo de sua vida. Acho engraçado o viés esquerdinha do texto…mas tudo bem, todo mundo escorrega. Gostei da lucidez em entender que os seres humanos são baseados em incentivos econômicos para fazer as coisas acontecerem, o que em sociedades comunistas não existem.

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