Minha Vida Gay – Questão de retidão?

Recentemente venho colocado a prova a questão de fidelidade entre os gays, particulamente os casais gays. Venho colocado a prova, acima de tudo, a percepção que tenho desse conceito que não depende de fulano, nem cicrano, nem do namorado, nem do amigo.

Nessa jornada de mais de quatro namoros longos (e a contabilidade se presta apenas para contextualizar) foram mais de 10 anos de fidelidade da minha parte compartilhando relacionamentos que duraram de um ano e meio a três anos. Se tive desejos, fantasias e vontades, a resposta é: “Claro!”. Mas entre o ato de trair e o de idealizar a traição, a mim, sempre existiu um fosso gigantesco que poderia estar muito bem representado por uma moralidade que é particular – minha – e nunca me exigiu grande esforço para exercer (ou se já foi esforço, estou tão acostumado que nem sei).

Nos últimos dias, fruto de um momento específico do meu namoro, tenho colocado a minha cabeça em ordem, tenho “ajeitado as emoções” e venho percebendo com um pouco mais de atenção a questão da infidelidade. Será que a grande maioria dos gays seguem fadados a esse tipo de corrupção? Será que nomear como corrupção é apenas um ponto de vista devido a valores próprios estabelecidos, diante as múltiplas percepções diferentes das pessoas, dos gays sobre as coisas?

Por esses dias soube de dois amigos gays, grandes amigos, cada qual num canto com seus respectivos maridos que por aventuras, desventuras, pretensão ou despretensão, cruzaram-se pelas ruas, ficaram, fizeram sexo e deram continuidade a suas vidas de casados. Longe de serem pessoas amarguradas, mal resolvidas, equivocadas ou sem o brilho da inteligência. Na realidade, muito pelo contrário, não fazem parte em absoluto dos modelos esteriótipos que se encontram por aí e que com uma boa parcela de preconceito estariam relacionados a esse tipo de ação. Em outras palavras, cada um a sua medida, são referências significativas a mim e que nem por esse gesto fortuito do encontro, dos beijos e da “fodinha” geram aquele sentimento de julgamento, da decepção por minha parte.

Acho que realmente cada um deve saber a sua medida e deve buscar pela consciência do que se faz. Desses meus dois amigos não tenho dúvidas que sabem muito bem onde estão pisando.

O questionamento vem de dentro de mim. Mesmo. Será que essa história de fidelidade – retidão – que foi alicerce da minha vida por todos os 13 anos de relacionamentos vividos realmente faz algum sentido? Será que efetivamente existe uma valorização e um respeito quando essa convicção existe e reflete inclusive o que sou para meus pais, namorado, amigos, funcionários, para a minha empresa? Será que meu namorado realmente entende essa conduta a ponto de valorizá-la fortemente ou percebe até mesmo essa fidelidade como um tipo de excesso ou exagero?

Estou nesses pensamentos já meses antes do encontro com meu amigo. De certo esse encontro trouxe até a mim, sem esforços, sem sondar, um tema – da fidelidade – que tanto enalteci (e enalteço) aqui, no Blog Minha Vida Gay. De certo, como tenho colocado esse ponto em voga, dentro de mim, o magnetismo trouxe-me esses fatos.

Será que é a hora de rever esse valor, da fidelidade, que outrora, logo ali, me colocava com todo orgulho por ter sido fiel durante todos esses anos? A mim, quando os hormônios gritavam mais alto e em direção a outros corpos era sofrido, mas mais justo terminar.

Quem é que efetivamente valoriza a fidelidade em detrimento a “natureza do homem” de precisar viver prazeres, da falha humana, do acalanto ao ego?

Talvez esteja perdendo meu tempo. Afinal, por que fidelidade?

20 comentários Adicione o seu

  1. Ber disse:

    Tive poucos relacionamentos até hoje. Mas, assim como você, é uma coisa minha e, quando estou com alguém, não consigo traí-lo de tal forma. Porque pra mim, o ato da traição (transar com outro) é ruim para meu parceiro, mas muito pior pra mim, que teria acessos de culpa e me sentiria a pior pessoa do mundo. Além disso, a traição quebra muitas coisas, mas a pior delas é a confiança que temos pelo outro e indo mais além, enfraquece a possibilidade de criarmos confiança por outras pessoas futuramente. Sou uma pessoa de cabeça aberta para muitas coisas, mas prezo lealdade. Não perdoo traição. Não sei, talvez eu ainda não tenha vivido tanto a ponto de ter vontade de trair, mas pelo menos até hoje, com meus 19 anos, isso nunca me passou pela cabeça.

  2. J disse:

    Ao ler esse texto senti (espero estar errado) um tom de decepçao e frustraçao da sua pessoa com o relacionamento em que voce esta vivendo. Quando passamos a pensar sobre esse tipo de assunto (fidelidade e traiçao) é sinal que que o interesse, a atraçao, o encanto, a vontade de estar com o namorado e o sentimento é posto em xeque e nos damos espaço para novos caminhos e opçoes.

    Cara num portugues claro, o relacionamento tá ficando uma merda, o tesao esta acabando e vc esta enjoando do arroz e feijao de sempre, vc passa a querer ficar com outros caras, deixando o babaca de lado que chamamos de namorado.

    Só penso que a vida é para ser vivida, ficar pensando, criando teorias, achando isso ou aquilo é besteira e perda de tempo (quem pensa muito, geralmente acaba fazendo nada), deu vontade faça, se gostou e esta se sentindo bem ótimo! Se fez, nao gostou, tenha paciencia, se oriente e nao repita o erro. É isso!

    1. minhavidagay disse:

      Oi J!
      Na realidade não estou vivendo nenhum tipo de decepção quanto ao tema traição na relação. Está errado! rs Como coloquei é um questionamento individual.

      Mas o blog é um espaço para reflexões e “teorias”. Deixar de refletir e teorizar é deixar de fazê-lo, o que não deve acontecer tão cedo. Só com reflexões e teorias mantenho uma porta aberta de diálogos para muita gente gay que não encontra referências. Aliás, todos os pensamentos que brotam aqui vem de vivência, prática e mão na massa.

      De qualquer forma, valeu pelos pontos de vista! :)

      Abs,
      MVG

  3. Carlos Rodrigues disse:

    E não é que tudo está em constante mudança? ….

    Era uma vez um agricultor que possui um grande campo para se plantar. Em frente ao seu campo, existe uma grande loja que vende TODOS os tipos de sementes de GRAÇA!! (Que ótimo né?!).
    Obs : O problema, é que essa loja possui apenas sementes que se tornam em GRANDES árvores…
    Então esse agricultor, como não tinha muito tempo para se preocupar com TODAS as sementes de uma vez só, decidiu comprar uma semente por vez.
    O tempo passou, e as sementes cresceram e, o mais impressionante, é que ele percebeu que as sementes simplesmente não param de crescer! A medida que o tempo passa, as árvores ficam cada vez maiores.
    E ele também percebeu que se “arrependeu” de ter plantando algumas sementes em seu campo… Então, teve que cortar algumas grandes árvores e colocar outras sementes no lugar daquela outra árvore…
    O agricultor viveu assim até a sua morte…
    Fim…

    Pode não ser uma história muito boa, mais isso é a vida (para mim).
    Quem é o agricultor?
    – Você!
    Quem é a loja?
    – O mundo ao seu redor!
    O que é o campo?
    – Sua mente!
    E o que são as sementes?
    – São as Ideias!

    Era uma vez você, que estava confuso quanto a uma árvore chamada Fidelidade… Você ainda não sabe se ficou feliz em ter plantado ela, mas sabe que precisa chegar a apenas uma conclusão:
    – Deixo-a como está.
    – Corto-a e planto uma outra semente.

    MVG, as pessoas mudam!
    Não será sempre que você irá ficar com o mesmos valores e ideias… O problema, é achar “forças” ou “razões” para se cortar a Grande Árvore que você plantou…
    Realmente, é difícil aceitar uma ideia que você tanto acreditou ao passar do tempo. Se torna difícil, por que você acreditava que aquilo era uma verdade absoluta e não contestável! É sempre assim! Mas com o tempo, você percebe que não passa de uma simples Ideia como as outras…

    Veja Eu como exemplo…
    Me assumi a um tempo desses (ainda não para os pais e famílias, apenas amigos)…
    Quantas árvores eu tive que cortar até chegar a esse ponto?
    E quantas sementes eu plantei e estou cuidando atualmente?

    Generalizando:
    Veja todos nós, homossexuais!
    Quão difícil foi aceitar essa realidade?

    MVG, só deixo como ajuda:
    – No momento em que você muda, os outros ao seu redor mudam…
    Afinal… A vizinhança consegue ver uma grande árvore derrubada!

    E nunca, nunca, ache que as suas ideias vão ser as mesmas até a sua morte…

    O mundo dá voltas…. Por que não acompanhá-lo também?

  4. A.Rafael disse:

    Olha, olhando do ponto de vista de alguem que pensa extamente assim, sobre, se for pra trair, é melhor terminar; é claro que vale a pena pensar assim. Acho que hoje em dia a fidelidade é um ato muito raro. Pois é muito mais facil vc ser egoista e pensar apenas em vc mesmo do que pensar em privar vc mesmo de algo que vc sentiu vontade de fazer naquele momento, em prol ou consideraçao ao outro. A vontade é uma coisa que vai sempre existir, mas se dentro do seu relacionamento vc consegue encontrar algo que vc olhe e que vale mais a pena do que atender aquela sua vontade, entao vale a pena sim optar pela fidelidade.

  5. Ali disse:

    Olá MVG!

    Eu também tive essa impressão de que você estava passando por uma crise na sua relação.
    Já que esse tipo de questionamentos geralmente não passam pela cabeça de quem está satisfeito com uma relação monogâmica e estável.

    Mas parece que foi somente impressão minha mesmo rsrs.

    Primeiramente eu penso que não é uma questão de retidão,mas sim uma questão de MORAL!

    O “tolerável” em nossa sociedade são as relações monogâmicas heterossexuais,felizmente mais recentemente as relações monogâmicas homossexuais vem ganhando espaço e respeito da sociedade.
    O que é “tolerável” em uma relação mudou,agora há mais tolerância da sociedade com relação as relações homoafetivas e isso é ÓTIMO,algo “esperável” de uma sociedade evoluída e civilizada.

    Penso que os gays devem acompanhar essa mudança também,devam dar o real valor dessa conquista e esquecerem aquela velha mentalidade libertina do passado,aquela mentalidade radicalista da militância.
    Ser gay não tem nada de revolucionário!!
    Se queremos conquistar a tão almejada “igualdade”e a “liberdade”,então deve-se fazer valer isso.

    Se você meu caro amigo MVG sempre acreditou e valorizou a monogamia em suas relações,porque então está pensando na infidelidade a essa altura do campeonato?!

    Não vejo motivos sólidos que te levem a pensar diferente dessa sua mentalidade.Não consigo enxergar o que há de tão “especial” em ficar gastando neurônios com a ideia da infidelidade.

    Segundo,eu penso que a monogamia é uma questão de SAÚDE também.

    Alguém que está em uma relação monogâmica estável e duradoura,principalmente os homossexuais,correm um risco muito menor de contraírem doenças sexualmente transmissíveis.

    Se você trai o seu parceiro(a) mesmo que seja com “consentimento” do mesmo(a),você está correndo o risco de contrair alguma doença e ainda trazer essa doença pra dentro da sua própria relação.
    Transar com estranhos de maneira protegida ou não,é algo bastante perigoso,é uma roleta russa.

    Bom era isso que eu tinha pra dizer.
    O meu conselho é que você não mude sua mentalidade amigo MVG,em virtude de outras pessoas que não tem consciência do quão especial é ser fiel ao seu namorado(a),marido etc…

    Deixam que sua intimidade seja exposta a estranhos e seus corpos sejam tocados por estranhos que eles nem sabem de onde vieram,e tornam isso a coisa mais banal do mundo.

    Sem querer bancar o puritano,mas você não acha que as relações monogâmicas tem alguma utilidade?

    Eu penso que SIM!

    Abraços.

  6. HeiT disse:

    olha, sinceramente, eu acho que o grande problema esta no fato de que toddo gay,muitas vezes, pensar que em um relacionamento homoafetivonao fidelidade, acho que a partir dai todos nos ficamos em um empasse,pois quando pensamos assim meio que “travamos”, a insegurança e o medo de nao ter-se um relacionamento serio por ambas as partes faz com que , muitas vezes, u relacionamento nem comesse

  7. HeiT disse:

    desculpa, sei que nao tem muito a ver com esse post mais to muito angustiado com algo… contei dia 7 de março de 2013, para os meu pais que eu era gay…. eles receberam a noticia super bem (aparentemente) ate por que ja sabiam, so foi uma confirmação,agr o meu problema e o seguinte, achei que eu estava me sentindo muuuuuuuuuito mal, aponto de chorar horas e horas, por que eu queria queria contar pros meus pais que eu era gay,o problema q eu descobri que nao e isso que ta me deixando angustiado, e o fato de eu gostar de um garoto hetero,eu sei que sou bem novo e talz, (tenho so 15) e que ainda tenho uma vida toda pela frente mas, sabe…. parece que eu e ele temos uma sincronia tao grande em relaçao as dores, e oque nos aflinge…. em relação aos nossos gostos e tao somos muito diferentes sabe, mas…. nessas partes mais essenciais somos muito parecidos, to tão mal a ponto de ter procurar ajuda de um psicologo, tema chance de eu desenvolver ate mesmo sindrome do panico… por favor, eu nao sei oque vc vai responder mvg mas ME AJUDA.vo ficar louco do jeito que to indo…..

    1. Antonio disse:

      Heit, não se preocupa tanto com isso, rapaz! Tenho 22, me assumi com 18 e foi um angústia também. Acho que uma coisa que todos nós gays vamos passar um dia na vida é a questão do preconceito, seja ele claro ou não. Relaxa, também me apaixonei por amigos héteros, pra não dizer que até hoje “me apaixono” (o que um bom papo e um corpinho gostoso não fazem com a cabeça de um homem…). O lance é você LIDAR com esse sentimento pelo seu amigo. Não tenha medo de pensar no assunto, muito menos receio de “bater papo” com você mesmo. Faço psicanálise há 1 ano (um tipo diferente de psicólogo) e te digo que só me ajudou, guinadas na minha vida que não esperava dar e consegui batendo papo com a analista. Não tem nada disso de “é coisa pra louco” ou “só doente faz terapia”, esquece essas ideias. E esquece principalmente essa de “sindrome do pânico”. Quando eu tava super mal depois de levar um pé-na-bunda de quem eu gostei muito, vieram com esse papo furado que era sindrome do panico, e era só dor. Dor doída no peito, dores de amor. Resultado: cedi às pressões de quem inventou que eu tinha isso e me viciei em tranquilizantes (Frontal). Tomei essa porcaria por 2 anos e só depois que larguei (com muito esforço pessoal, médico nenhum me ajudou a parar, só a analista que ajudou e meu pai) é que consegui ENFRENTAR A DOR do pé-na-bunda.

      Sobre os terapeutas, toma cuidado. Minha mãe (que não deve me aceitar muito bem) me forçou a fazer terapia com uma louca que queria por que queria que eu “virasse hétero”, dizia que eu não era gay. E muito inocentemente me deixei levar por 1 ano e meio. Quase surtei, mas larguei a maldita psicologa, to aqui vivo pra contar historia e com vontade de “me assumir de novo”. O foda de psicologo normal é que você nunca sabe se ele é sincero ou se vai tentar te converter em alguma coisa que agrade a ele. Repito: psicanalista é diferente e um zilhão de vezes positivo.

      Quanto ao seu amigo hetero, vê se vai te convir contar pra ele que você gosta dele ou não. Tem uns heteros revoltados que ao contarmos isso, eles saem correndo e não olham mais na nossa cara, já perdi a amizade de alguns carinhas por isso. Analisa bem o terreno e vê se tem alguma chance dele ser gay também. Se não, bate uma punheta gostosa pensando nele e só. Ou várias :)

      Conclusão, moço: esquece esse papo de doença; se for procurar um psicologo, procura um na área da psicanalise; não se abre pro seu amigo hetero de bobeira.

      Espero ter te ajudado um pouquinho. Um abraço e muita FORÇA E LUZ do

      ~ Antonio ~

      1. HeiT disse:

        Nossa, vlw viu? Serio, só de ver que eu não estou sozinho nesse tipo de assuntos que rondam os medos de todo gay já me faz me sentir bem melhor… serio mesmo ^^ a questão do psicanalista foi eu mesmo quem pedi aos meus pais então to super de boa, fui na psicanalista essa semana e até contei ´pra ela sobre o meu amigo, e ela basicamente falou o mesmo que você… ^^

  8. heit disse:

    *_*

  9. ... disse:

    adoro o blog ;D

  10. Be disse:

    Comentando só pra dar parabens pelo blog! MUITO BOM MESMO! Vejo que vc está ajudando muitas pessoas, de todas as idades, muitas das vezes com as mesmas dúvidas! Tenho 21 anos, nao sou assumido ( somente para alguns amigos bem próximos ) e me identifiquei MUITO com seu blog, geralmente tenho preguiça de ler textos muito grandes, mas desde que entrei aqui nao consigo parar de ler hahahahah, Um abraço!

  11. Anon. disse:

    Não tenho autoridade pra falar muito sobre isso, já que nunca namorei e sou virgem, e me perdoe se estiver interpretando errado; mas ser fiel tem mais a ver com companheirismo e confiança do que se você vai transar ou se envolver romanticamente com outros. Como no caso dos seus amigos que se envolveram depois seguiram bem com suas vidinhas, depende muito também da ética do casal, mas penso que ser um pouco liberal não tem nada demais e pode até ser bom. Você não necessariamente seria menos fiel por isso, até porque a fidelidade é sustentada pela sinceridade,

    No mais, quero agradecer e parabenizar por esse blog. Acabei de descobrir e está me ajudando pacas, seus posts são realmente bem inteligentes e bem fundamentados. Muito obrigado mesmo cara!!!

  12. Acredito que a fidelidade e a lealdade para ser exercida no dia a dia é necessário ter o caráter muito bem formado. trair a confiança do namorado é o mesmo que trair a confiança de um amigo, de um irmão, dos pais, etc. namorar é você abrir mão de todas as pessoas do mundo para beijar somente uma, fazer amor somente com uma, ser uma casal somente com uma… etc etc etc. pode ser meio infantil e cheirar a conto de fadas, mas pelo menos pra mim, a fidelidade e lealdade ainda são necessárias para se construir qualquer tipo de relação, ainda mais a relação de namoro que tem todas as suas “circunstancias agravantes”.

  13. fernando disse:

    pra que namorar se é pra trair?quando sentir o desejo ou sentimento por outros,o correto é deixar isso claro com o parceiro(a),depois vive isso ou nao!

  14. Nox disse:

    Uma coisa é amor, outra é sexo. As duas até podem vir juntas, mas o contrário também é verdade…

  15. Thiago disse:

    Toda a traicao uma hora ou outra é descoberta pelo parceiro, quando se tem um relaciomento longo (meu de 5 anos), as coisas viram rotineiras o sexo, as veses aqueles beijao sao quase raros, mas deve haver o interrese dos dois em fazer algo diferente uma fantasia, um lugar novo, ou algo do tipo. Muitas
    amizades influenciam, como dizem a situacao faz o ladrao procuro sempre sabet onde meu namorado estar, ad amizades

  16. Thiago disse:

    E dando assistencia, sem abrir concorrencia. Nao tem como voce estar 24 hras ao lado da pessoa, logico que vc deve obervar e tambem confiar e pricure saber com quem anda e onde a pessoa esta, eu nunca fico um dia inteiro sem falar com meu namorado, nem que seja apenas por mensagem.

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