Minha Vida Gay – Porque nossas buscas são infinitas


Afortunadamente, nesse meu momento onde parte da minha alma vive o luto e a outra começa a espiar de novo “mundo a fora”, pintou em minha timeline a chamada do filme “Eu Maior”. Documentário muito bem produzido, é um exercício de reflexão, espiritualidade e humanidade quando se tem paciência para assistir uma produção que fala sobre buscas pessoais, realizações, tristezas e felicidade.

O filme caiu como uma luva. Coincidentemente, e alinhado à postura do Blog Minha Vida Gay, um dos entrevistados no documentário se coloca como transexual/travesti/gay. Mas isso é apenas um detalhe. A profundidade dos assuntos elevam todo o discurso para questões muito mais basais ou superiores, para além de nossas dúvidas triviais da homossexualidade.

Excelente conteúdo para iniciar o último mês de 2013, dezembro.

Meu momento é bastante novo, de novo. Por um lado permanece o sentimento de um amor profundo pelo meu namorado, um senso de companheirismo e um carinho enorme que ainda devem se transformar em amizade. Por outro, uma consciência de que devo agora focar em minhas buscas individuais sem mais a preocupação de compartilhar meu tempo, minha energia e minha atenção com um par. Pelo menos por hora.

O Minha Vida Gay, de formas diferentes, fala muito sobre a grande importância da busca do autoconhecimento, ação que provavelmente se leva a vida toda, mas que muitas vezes esquecemos de dar atenção, presos e encantados por desejos mais profanos. Está aí, nesse vídeo, a base que dá sustento para a grande maioria das palavras que registro por aqui: a busca de si mesmo.

2 comentários Adicione o seu

  1. Ali disse:

    Oi MVG!
    Que documentário FANTÁSTICO,não é?!
    Eu já havia visto antes e se não me engano já tinha exibido por aqui,um trecho do video com a fala do Cortela sobre felicidade.

    Como foi lembrado no video,a mensagem gravada no portão do Templo de Delos na Grécia “Conhece-te a ti mesmo”,é perfeito pra isso.

    Como podemos querer conhecer tudo ao nosso redor e querer conhecer o “outro”,se acima de tudo ainda somos o nosso próprio enigma?
    Sem aquela obsessão de querer ser feliz a qualquer preço,porque a própria felicidade nunca é uma CONSTANTE,ela acontece quando menos esperamos e quando nos permitimos SENTI-LA.
    O caminho até ela (felicidade),não é apenas de trevas para que possamos chegar até a luz,isso é uma tradição folclórica cristã medieval e ultrapassada,mas o próprio caminho é constituído de luz e sombras.
    O que há no fim? Ninguém sabe e duvide MUITO de quem diz que sabe!
    Gostei bastante e sempre recomendo pra quem estiver interessado em assistir.

    Abraços MVG,sempre à frente porque atrás vem gente kkkkk
    Bom final de semana!

    1. minhavidagay disse:

      Obrigado, Ali!
      E agradecido pelas contribuições sempre bacanas ;)

      Bom final de semana,
      MVG

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